A formação permanente do professor, é fundamental para reflexão crítica sobre a prática. Paulo Freire
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Mídias na Educação na UFRGS !
Cá estamos ampliando nossos conhecimentos.
Quem diria na UFRGS!
Dá-lhe equipe!
domingo, 20 de setembro de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Projeto 3.3 Portal do Professor
Projeto: Cantando e aprendendo na escola
Modalidade e Nível de Ensino : Ensino Fundamental I Ano
Componente Curricular : Literatura Infantil , Alfabetização ,Sociabilidade , Música , Artes Plásticas
Tema: Nossa Casa, nossa escola!
Objetivos:
- O aluno deverá ser capaz de reconhecer a escola como um espaço privilegiado de interação social, integrada a outros espaços de produção do conhecimento.
- Construir pontes entre conhecimentos, valores, crenças, usos e costumes.
- Desenvolver ações em prol da transformação individual e social.
- Construir ações por meio da exploração digital.
- Promover o conhecimento das letras do alfabeto e seus sons
- Despertar o interesse pela leitura e escrita
- Registrar pelo menos uma aula com fotos e pequenos vídeos das crianças realizando as atividades no laboratório de informática e publicar no blog do professor.
O que o aluno poderá aprender?
Com estas aulas, os alunos poderão conhecer mais o alfabeto, trabalhar em
grupo e juntos trocarão conhecimentos e buscarão solução para os desafios propostos pelo professor.
grupo e juntos trocarão conhecimentos e buscarão solução para os desafios propostos pelo professor.
Duração das atividades
1 Semana -20 horas
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
O aluno de I primeiro ano é um aluno de seis anos ainda dependente do professor e começa conhecendo o ambiente escolar e também aprendendo a conviver e dividir mais com o outro.
Não tem uma base do que seja a escola e vem com sede de aprender...Passa a ser parte de um grupo.
Não tem uma base do que seja a escola e vem com sede de aprender...Passa a ser parte de um grupo.
Recursos necessários para a realização das aulas:
Ambiente escolar acolhedor; Biblioteca ;Banheiro;Escovário ;Refeitório;Biblioteca com livros infantis
Laboratório de informática; Rádio, CD ROM- Turma da Mônica, TV, Câmera digital, internet;
Giz, quadro negro, Xerox, Papel pardo, cola tesoura, revistas, lápis de cor...
Laboratório de informática; Rádio, CD ROM- Turma da Mônica, TV, Câmera digital, internet;
Giz, quadro negro, Xerox, Papel pardo, cola tesoura, revistas, lápis de cor...
Estratégias e atividades a serem desenvolvidas:
I Dia
Passeio pela escola para conhecer o ambiente escolar e seus personagens.
Conversar e relacionar com a turma sua casa e as dependências de higiene pessoal, alimentação e estudos com as da escola.
Permanecer na biblioteca a fim de permitir exploração livre dos livros infantis existentes;
Confeccionar um mural didático onde os alunos ilustrarão diferentes ambientes de suas casas bem como os da escola.
Realizar higiene das mãos antes da refeição na escola e após, a higiene bucal diariamente;
Realizar uma produção textual coletiva, onde o professor escreve no quadro com letra de forma ,o relato dos alunos sobre o passeio na escola e o que mais gostaram;
Os alunos copiam a seu modo o texto construído.
Conversar e relacionar com a turma sua casa e as dependências de higiene pessoal, alimentação e estudos com as da escola.
Permanecer na biblioteca a fim de permitir exploração livre dos livros infantis existentes;
Confeccionar um mural didático onde os alunos ilustrarão diferentes ambientes de suas casas bem como os da escola.
Realizar higiene das mãos antes da refeição na escola e após, a higiene bucal diariamente;
Realizar uma produção textual coletiva, onde o professor escreve no quadro com letra de forma ,o relato dos alunos sobre o passeio na escola e o que mais gostaram;
Os alunos copiam a seu modo o texto construído.
II Dia
Retomada do passeio na escola e atualização do mural didático, onde o aluno se situa no espaço desenhado diariamente;
Apresentação e audição da música de Vinícius de Moraes A CASA através de CD em seguida a letra da música em letra de forma.
As crianças cantarão junto com o rádio tentando a prender a letra e realizar suas leituras individuais.
Apresentação e audição da música de Vinícius de Moraes A CASA através de CD em seguida a letra da música em letra de forma.
As crianças cantarão junto com o rádio tentando a prender a letra e realizar suas leituras individuais.
III Dia
A professora contará a história “A casa”, turma será levada ao laboratório de informática e em seguida verão vídeo o do curtas.. ( ), com mímicas. Também apresentaremos outras três versões de três cantores diferentes com seus respectivos vídeos com a mesma música:
Encenação das crianças sobre a música como no vídeo do Porta curtas...
Avaliação dos alunos sobre os vídeos: qual gostaram mais.Em seguida faremos um ensaio da música gesticulada em forma de teatro. Os alunos serão os personagens. Neste momento será feita uma pequena gravação da participação e envolvimento dos alunos nesta atividade. Outros setores da escola serão convidados a assistir tal encenação.
Avaliação dos alunos sobre os vídeos: qual gostaram mais.Em seguida faremos um ensaio da música gesticulada em forma de teatro. Os alunos serão os personagens. Neste momento será feita uma pequena gravação da participação e envolvimento dos alunos nesta atividade. Outros setores da escola serão convidados a assistir tal encenação.
IV Dia
A professora distribuirá folhas de ofício colorida para a realização de uma dobradura de casa onde os alunos ilustrarão e complementarão para a confecção de um mini livro sobre a casa do aluno, a escola e a casa da música de Vinícius de Moraes, onde a criatividade e imaginação poderão aflorar.
Este momento será registrado através de fotos ou vídeo para que eles possam se ver depois.Novamente no laboratório de informática será exposto o CD ROM da turma da Mônica onde o alfabeto é citado e ilustrado com no mínimo dez coisas que comecem com cada letra do alfabeto e com som a cada click da criança no computador.
Em seguida retomaremos a letra da música cantada e já digitada no computador e exploraremos as letras e palavras repetidas existentes na letra da música. Oralmente pegaremos palavras chaves da música como: CASA- TETO-PENICO-NÚMERO-ZERO-REDE-PAREDE-CHÃO-PIPI- e ressaltaremos as rimas permitindo que os alunos tragam outras rimas naturalmente.
Reescrita da música. Observação das rimas, solicitação de palavras repetidas ou que rimem com as da música a fim de trabalhar o som. Os alunos serão solicitados a digitarem palavras que iniciem com algumas letras solicitadas pela professora. Apresentaremos as fotos no último momento da aula para os alunos.
V Dia
Em seguida retomaremos a letra da música cantada e já digitada no computador e exploraremos as letras e palavras repetidas existentes na letra da música. Oralmente pegaremos palavras chaves da música como: CASA- TETO-PENICO-NÚMERO-ZERO-REDE-PAREDE-CHÃO-PIPI- e ressaltaremos as rimas permitindo que os alunos tragam outras rimas naturalmente.
Reescrita da música. Observação das rimas, solicitação de palavras repetidas ou que rimem com as da música a fim de trabalhar o som. Os alunos serão solicitados a digitarem palavras que iniciem com algumas letras solicitadas pela professora. Apresentaremos as fotos no último momento da aula para os alunos.
Avaliação
Observar e registrar a participação dos alunos durante a realização das atividades.
Executoras:
Professora Letícia do Prado
Professora Vera Lucia Ribas
Professora Vera Lucia Ribas
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Naõ consigo postar meu Projeto.
domingo, 16 de agosto de 2009
Histórias Infantis
Sou convencida de que as histórias infantis são os recursos mais fortes para a aprendizagem das crianças.
Elas despertam o interesse pela leitura, intertem as criaças, aguçam a imaginação e as fazem identificar-se muitas vezes com os personagens.
É uma grande mágica que acontece com as crianças e com quem gostade trabalhar com isto.
Além do que as crianças também criam suas próprias histórias, desinibem e vão longe na criatividade tentando impressionar seus ouvintes.
É lindo de ver...!
Elas despertam o interesse pela leitura, intertem as criaças, aguçam a imaginação e as fazem identificar-se muitas vezes com os personagens.
É uma grande mágica que acontece com as crianças e com quem gostade trabalhar com isto.
Além do que as crianças também criam suas próprias histórias, desinibem e vão longe na criatividade tentando impressionar seus ouvintes.
É lindo de ver...!
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
07/09/2008 - ZERO HORA (RS)
Três testes para a alfabetização
Metodologias diferenciadas de ensino são adotadas em escolas da rede pública estadual e elevam em até 25% a média de desempenho dos estudantes
Uma experiência em andamento no Rio Grande do Sul demonstra que, em um curto período, é possível melhorar o processo de alfabetização no Brasil – onde cerca de metade dos alunos chega à 4ª série sem saber ler ou escrever adequadamente. A adoção de três metodologias diferenciadas em 410 turmas da rede pública estadual, desde 2007, elevou em até 25% a média de desempenho dos estudantes e deflagrou um debate sobre a necessidade de se reformular o ensino do bê-á-bá nas Escolas.
Para definir que nível de habilidade deve ter uma criança ao terminar a nova 1ª série no ensino fundamental de nove anos, a Secretaria Estadual da Educação (SEC) convocou o Instituto Ayrton Senna, o Grupo de Estudos sobre Educação, Metodologia de Pesquisa e Ação (Geempa) e o Instituto Alfa e Beto para aplicarem suas metodologias educacionais em turmas que somavam 8,6 mil alunos. Ao final do ano, os alunos incluídos no projeto-piloto responderam a um exame para medir sua aprendizagem. Um quarto grupo, que não participou de nenhum trabalho especial, também foi testado para permitir a comparação com o ensino tradicional praticado nos colégios estaduais.
Mesmo tendo iniciado o trabalho com o ano letivo já em andamento, as organizações responsáveis pelas experiências didáticas alcançaram médias de desempenho superiores às de turmas alfabetizadas segundo o modelo convencional da rede pública. Enquanto os alunos alfabetizados pela via tradicional obtiveram nota 54,41 em um exame aplicado ao final do ano letivo (considerada “insatisfatória” em uma escala até cem), a média das três metodologias ficou em 62,14 (“regular”).
O Alfa e Beto usa o método fônico (veja quadro), o Geempa adota o pós-construtivismo, e o Ayrton Senna criou não um modelo didático, mas um plano de gerenciamento do ensino. Apesar das diferenças conceituais sobre a forma de educar, as três iniciativas apresentaram uma receita em comum que pode ajudar a explicar a melhoria detectada em um exame aplicado ao final do ano letivo: oferta de material didático específico, supervisão do trabalho em sala de aula e investimento na formação dos professores.
– No Brasil, a alfabetização é ideológica, porque não tem fundamentação científica. Há 30 anos se faz do mesmo jeito, e a situação é péssima – afirma o o presidente do Instituto Alfa e Beto, João Batista Oliveira.
Para a presidente do Geempa, Esther Grossi, nas salas de aula da rede pública estadual atualmente não se leciona com base em uma metodologia clara – o que comprometeria a qualidade da alfabetização.
– Há uma mistura dos diferentes modelos de alfabetização. Os professores estão tão perdidos que, quando encontram um apoio, trabalham melhor – afirma.
Esse apoio se reflete no recebimento de material didático específico e em reuniões periódicas de formação e acompanhamento do trabalho – receita aplicada pelas três entidades. professora e alfabetizadora há cerca de três décadas, Mirian Rigotti se surpreendeu ao modificar seu estilo de lecionar após tanto tempo.
– Depois de anos me vi colocando livros sobre a mesa, lendo muito e planejando a minha aula em detalhes. Dá um trabalho danado, mas o resultado foi impressionante. A turma aprendeu muito e rapidamente – afirma Mirian, que seguiu a linha do Alfa e Beto em uma Escola da Capital.
Diretora-adjunta do Departamento Pedagógico da SEC, Sônia Bier afirma que a idéia do governo não é escolher um modelo a ser seguido por todos os professores, mas definir que competências as crianças devem adquirir ao final da 1ª e da 2ª séries com base nessa experiência. A SEC estuda, porém, ampliar o projeto-piloto para um maior número de colégios no ano que vem.
marcelo.gonzatto@zerohora.com.brMARCELO GONZATTOA experiência gaúchaMÉTODO FÔNICOQuem aplica: Instituto Alfa e Beto, com sede em Belo Horizonte (MG)O que é: enfoca a relação das letras com os sons correspondentes. É o método que tornou célebre a cartilha de antigamente e, nas últimas décadas, perdeu espaço para a Escola construtivista no Brasil. Estabelece metas por períodos, exercícios para fixação dos conteúdos e aprimoramento das habilidades (como o “desenho” das letras) e avaliações periódicas. Livros didáticos e de histórias servem como material de apoioPrós: costuma obter bons resultados em avaliações formais sobre o desempenho dos alunos por se preocupar com o desenvolvimento da leitura e da escritaContras: exige grande disponibilidade do professor para planejar aulas. É criticado por construtivistas por transmitir o conhecimento pronto aos alunosSaiba mais: site www.alfaebeto.org.brGESTÃO EDUCACIONAL PROGRAMA CIRCUITO CAMPEÃOQuem aplica: Instituto Ayrton Senna, de São Paulo (SP)O que é: não é propriamente um método didático de alfabetização, mas um sistema para o aprimoramento da gestão educacional. Os professores têm metas de conteúdo que devem ser aprendidos pelos alunos a cada bimestre e agem com base em indicadores, reforçando conteúdos ou estimulando os alunos a não perderem aulas, por exemplo. Supervisores acompanham os professores e o andamento da disciplina. O material de apoio inclui obras de literatura infantilPrós: por ser um método de gestão, pode se adaptar sem problemas a Escolas com diferentes linhas didáticasContras: alguns consideram o método uma importação de princípios “empresariais” para a sala de aula, em que se privilegia a busca por resultadosSaiba mais: site senna.com.brPÓS-CONSTRUTIVISMOQuem aplica: Grupo de Estudos sobre Educação, Metodologia de Pesquisa e Ação (Geempa), de Porto AlegreO que é: enquanto o construtivismo prega a necessidade de que o próprio aluno “construa” seu conhecimento a partir de provocações do professor, testando hipóteses que ele mesmo cria, o pós-construtivismo acrescenta a isso a necessidade de troca de experiências entre as crianças. Os alunos atuam em pequenos grupos e discutem as respostas para suas próprias dúvidas. O trabalho é marcado pela interpretação de palavras e textos relacionados ao universo dos estudantes, para estimular o interessePrós: estimula o espírito crítico e respeita os ritmos de aprendizagemContras: exige um longo treinamento do professor para aplicar o método adequadamente, o que pode levar até dois anos com reuniões periódicas. É criticado por defensores do método fônico por tolerar em demasia erros dos alunosSaiba mais: www.geempa.org.br
FONTE:http://www.todospelaeducacao.org.br/Comunicacao.aspx?action=5&mID=1331
Três testes para a alfabetização
Metodologias diferenciadas de ensino são adotadas em escolas da rede pública estadual e elevam em até 25% a média de desempenho dos estudantes
Uma experiência em andamento no Rio Grande do Sul demonstra que, em um curto período, é possível melhorar o processo de alfabetização no Brasil – onde cerca de metade dos alunos chega à 4ª série sem saber ler ou escrever adequadamente. A adoção de três metodologias diferenciadas em 410 turmas da rede pública estadual, desde 2007, elevou em até 25% a média de desempenho dos estudantes e deflagrou um debate sobre a necessidade de se reformular o ensino do bê-á-bá nas Escolas.
Para definir que nível de habilidade deve ter uma criança ao terminar a nova 1ª série no ensino fundamental de nove anos, a Secretaria Estadual da Educação (SEC) convocou o Instituto Ayrton Senna, o Grupo de Estudos sobre Educação, Metodologia de Pesquisa e Ação (Geempa) e o Instituto Alfa e Beto para aplicarem suas metodologias educacionais em turmas que somavam 8,6 mil alunos. Ao final do ano, os alunos incluídos no projeto-piloto responderam a um exame para medir sua aprendizagem. Um quarto grupo, que não participou de nenhum trabalho especial, também foi testado para permitir a comparação com o ensino tradicional praticado nos colégios estaduais.
Mesmo tendo iniciado o trabalho com o ano letivo já em andamento, as organizações responsáveis pelas experiências didáticas alcançaram médias de desempenho superiores às de turmas alfabetizadas segundo o modelo convencional da rede pública. Enquanto os alunos alfabetizados pela via tradicional obtiveram nota 54,41 em um exame aplicado ao final do ano letivo (considerada “insatisfatória” em uma escala até cem), a média das três metodologias ficou em 62,14 (“regular”).
O Alfa e Beto usa o método fônico (veja quadro), o Geempa adota o pós-construtivismo, e o Ayrton Senna criou não um modelo didático, mas um plano de gerenciamento do ensino. Apesar das diferenças conceituais sobre a forma de educar, as três iniciativas apresentaram uma receita em comum que pode ajudar a explicar a melhoria detectada em um exame aplicado ao final do ano letivo: oferta de material didático específico, supervisão do trabalho em sala de aula e investimento na formação dos professores.
– No Brasil, a alfabetização é ideológica, porque não tem fundamentação científica. Há 30 anos se faz do mesmo jeito, e a situação é péssima – afirma o o presidente do Instituto Alfa e Beto, João Batista Oliveira.
Para a presidente do Geempa, Esther Grossi, nas salas de aula da rede pública estadual atualmente não se leciona com base em uma metodologia clara – o que comprometeria a qualidade da alfabetização.
– Há uma mistura dos diferentes modelos de alfabetização. Os professores estão tão perdidos que, quando encontram um apoio, trabalham melhor – afirma.
Esse apoio se reflete no recebimento de material didático específico e em reuniões periódicas de formação e acompanhamento do trabalho – receita aplicada pelas três entidades. professora e alfabetizadora há cerca de três décadas, Mirian Rigotti se surpreendeu ao modificar seu estilo de lecionar após tanto tempo.
– Depois de anos me vi colocando livros sobre a mesa, lendo muito e planejando a minha aula em detalhes. Dá um trabalho danado, mas o resultado foi impressionante. A turma aprendeu muito e rapidamente – afirma Mirian, que seguiu a linha do Alfa e Beto em uma Escola da Capital.
Diretora-adjunta do Departamento Pedagógico da SEC, Sônia Bier afirma que a idéia do governo não é escolher um modelo a ser seguido por todos os professores, mas definir que competências as crianças devem adquirir ao final da 1ª e da 2ª séries com base nessa experiência. A SEC estuda, porém, ampliar o projeto-piloto para um maior número de colégios no ano que vem.
marcelo.gonzatto@zerohora.com.brMARCELO GONZATTOA experiência gaúchaMÉTODO FÔNICOQuem aplica: Instituto Alfa e Beto, com sede em Belo Horizonte (MG)O que é: enfoca a relação das letras com os sons correspondentes. É o método que tornou célebre a cartilha de antigamente e, nas últimas décadas, perdeu espaço para a Escola construtivista no Brasil. Estabelece metas por períodos, exercícios para fixação dos conteúdos e aprimoramento das habilidades (como o “desenho” das letras) e avaliações periódicas. Livros didáticos e de histórias servem como material de apoioPrós: costuma obter bons resultados em avaliações formais sobre o desempenho dos alunos por se preocupar com o desenvolvimento da leitura e da escritaContras: exige grande disponibilidade do professor para planejar aulas. É criticado por construtivistas por transmitir o conhecimento pronto aos alunosSaiba mais: site www.alfaebeto.org.brGESTÃO EDUCACIONAL PROGRAMA CIRCUITO CAMPEÃOQuem aplica: Instituto Ayrton Senna, de São Paulo (SP)O que é: não é propriamente um método didático de alfabetização, mas um sistema para o aprimoramento da gestão educacional. Os professores têm metas de conteúdo que devem ser aprendidos pelos alunos a cada bimestre e agem com base em indicadores, reforçando conteúdos ou estimulando os alunos a não perderem aulas, por exemplo. Supervisores acompanham os professores e o andamento da disciplina. O material de apoio inclui obras de literatura infantilPrós: por ser um método de gestão, pode se adaptar sem problemas a Escolas com diferentes linhas didáticasContras: alguns consideram o método uma importação de princípios “empresariais” para a sala de aula, em que se privilegia a busca por resultadosSaiba mais: site senna.com.brPÓS-CONSTRUTIVISMOQuem aplica: Grupo de Estudos sobre Educação, Metodologia de Pesquisa e Ação (Geempa), de Porto AlegreO que é: enquanto o construtivismo prega a necessidade de que o próprio aluno “construa” seu conhecimento a partir de provocações do professor, testando hipóteses que ele mesmo cria, o pós-construtivismo acrescenta a isso a necessidade de troca de experiências entre as crianças. Os alunos atuam em pequenos grupos e discutem as respostas para suas próprias dúvidas. O trabalho é marcado pela interpretação de palavras e textos relacionados ao universo dos estudantes, para estimular o interessePrós: estimula o espírito crítico e respeita os ritmos de aprendizagemContras: exige um longo treinamento do professor para aplicar o método adequadamente, o que pode levar até dois anos com reuniões periódicas. É criticado por defensores do método fônico por tolerar em demasia erros dos alunosSaiba mais: www.geempa.org.br
FONTE:http://www.todospelaeducacao.org.br/Comunicacao.aspx?action=5&mID=1331
Time de GUERRA!
Estou de volta !
Depois de algum temopo estou devolta ao NTE agora aprendendo um pouco mais sobre hipertextos, internet,e tudo mais que tiver dúvida sobre novas tecnologias na educação.
O curso em si é muito interessante, ao mesmo tempo exige bastante da gente...
O que é essencial para a aprendizagem acontecer.
Vou continuar persistindo...
Até, Letíciap
O curso em si é muito interessante, ao mesmo tempo exige bastante da gente...
O que é essencial para a aprendizagem acontecer.
Vou continuar persistindo...
Até, Letíciap
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